Uma das grandes preocupações que se tem hoje na escola pública é a busca por um ensino de qualidade. Muitas tentativas são feitas, porém sem atingir o âmago da questão. Porque será tão difícil de atingir essa meta que é tão primordial para a construção de uma sociedade mais igualitária?
Entra governo e sai governo, cada um apresenta soluções mágicas, repleta de concepções miraculosas e sempre apontando o professor como o grande empecilho para o desenvolvimento de um projeto que contemple um modelo adequado de ensino.
A busca pelas mazelas do ensino público de muito já é conhecido. Inclusive, no último concurso público para provimentos de vagas na Prefeitura Municipal de São Paulo (2007), na bibliografia disponibilizada para estudo consta o livro “Novas tecnologias e mediação pedagógica” (Campinas: Papirus, 2000). Seria interessante que os “técnicos de gabinete” da Secretária de Educação seguissem também os parâmetros dos livros selecionados.
Na referida obra, logo no seu inicio, temos um bom texto de José Manuel Moran, que tem um sugestivo subtítulo: “Os desafios de ensinar e educar com qualidade” onde o autor mostra alguns aspectos, que nós educadores da escola pública estamos cansados de saber.
Entre as diversas variáveis para se atingir um ensino de qualidade, Moran nos aponta alguns que faço questão de resumir aqui:
• Um projeto pedagógico coerente, aberto, participativo;
Entra governo e sai governo, cada um apresenta soluções mágicas, repleta de concepções miraculosas e sempre apontando o professor como o grande empecilho para o desenvolvimento de um projeto que contemple um modelo adequado de ensino.
A busca pelas mazelas do ensino público de muito já é conhecido. Inclusive, no último concurso público para provimentos de vagas na Prefeitura Municipal de São Paulo (2007), na bibliografia disponibilizada para estudo consta o livro “Novas tecnologias e mediação pedagógica” (Campinas: Papirus, 2000). Seria interessante que os “técnicos de gabinete” da Secretária de Educação seguissem também os parâmetros dos livros selecionados.
Na referida obra, logo no seu inicio, temos um bom texto de José Manuel Moran, que tem um sugestivo subtítulo: “Os desafios de ensinar e educar com qualidade” onde o autor mostra alguns aspectos, que nós educadores da escola pública estamos cansados de saber.
Entre as diversas variáveis para se atingir um ensino de qualidade, Moran nos aponta alguns que faço questão de resumir aqui:
• Um projeto pedagógico coerente, aberto, participativo;
• Infra estrutura adequada, atualizada, confortável;
• Tecnologias acessíveis, rápidas e renovadas;
• Docentes bem preparados intelectual, emocional, comunicacional e eticamente além de bem remunerados;
• Alunos motivados, preparados intelectual e emocionalmente com capacidade de gerenciamento pessoal e grupal.
Essa “escola dos sonhos”, no entanto está longe de ser atingida. Grandes dificuldades se colocam no caminho da construção desse modelo, principalmente (e graças) aos governantes de plantão que tem como maior preocupação apenas o resultado quantitativo e não um resultado qualitativo. Não existe uma real preocupação com um ensino significativo, mas sim com uma enormidade de conteúdo muitas vezes aquém da realidade-necessidade de nossos alunos.
Volto a refletir novamente com Moran, que ainda em seu texto nos mostra as dificuldades de se construir esse modelo de escola de qualidade:
• Dificuldades no gerenciamento emocional, dificultando o aprendizado rápido.
• A aprendizagem integradora, juntando teoria e prática, aproximando o pensar do viver é muito restrita;
• Ética contraditória entre teoria e prática;
• O autoritarismo da maior parte das relações humanas interpessoais;
• Faltam pessoas e instituições que desenvolvam formas avançadas de compreensão e integração;
Mas, será que podemos pensar em uma mudança nova escola?
Podemos sim, soluções existem apesar da dificuldade: vai depender de mudanças na maneira de pensar e agir, incluindo educadores maduros, abertos, que saibam motivar e dialogar; assim como é necessário que nossos administradores, diretores e coordenadores estejam de fato envolvidos no projeto pedagógico ao lado dos professores inovadores e, também é necessário que os alunos se tornem interlocutores lúcidos e parceiros que facilitam o processo ensino- aprendizagem.
• Tecnologias acessíveis, rápidas e renovadas;
• Docentes bem preparados intelectual, emocional, comunicacional e eticamente além de bem remunerados;
• Alunos motivados, preparados intelectual e emocionalmente com capacidade de gerenciamento pessoal e grupal.
Essa “escola dos sonhos”, no entanto está longe de ser atingida. Grandes dificuldades se colocam no caminho da construção desse modelo, principalmente (e graças) aos governantes de plantão que tem como maior preocupação apenas o resultado quantitativo e não um resultado qualitativo. Não existe uma real preocupação com um ensino significativo, mas sim com uma enormidade de conteúdo muitas vezes aquém da realidade-necessidade de nossos alunos.
Volto a refletir novamente com Moran, que ainda em seu texto nos mostra as dificuldades de se construir esse modelo de escola de qualidade:
• Dificuldades no gerenciamento emocional, dificultando o aprendizado rápido.
• A aprendizagem integradora, juntando teoria e prática, aproximando o pensar do viver é muito restrita;
• Ética contraditória entre teoria e prática;
• O autoritarismo da maior parte das relações humanas interpessoais;
• Faltam pessoas e instituições que desenvolvam formas avançadas de compreensão e integração;
Mas, será que podemos pensar em uma mudança nova escola?
Podemos sim, soluções existem apesar da dificuldade: vai depender de mudanças na maneira de pensar e agir, incluindo educadores maduros, abertos, que saibam motivar e dialogar; assim como é necessário que nossos administradores, diretores e coordenadores estejam de fato envolvidos no projeto pedagógico ao lado dos professores inovadores e, também é necessário que os alunos se tornem interlocutores lúcidos e parceiros que facilitam o processo ensino- aprendizagem.



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